Mostrar mensagens com a etiqueta Poesia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Poesia. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O nosso Paraíso


Num lugar,

algures pelo céu

onde tudo era brilhante,

com um suave aroma a canela,

estávamos nós,

sentadas numa rocha

suave, mesmo macia

embelezando tudo o que se via.

Via-se um imenso mar azul,

Ondas leves,

Deslizando sobre a

Branca areia da praia.

Ouvia-se os tucanos

cantando sobre as palmeiras

verdes e ondulantes

sobre nós,lentamente esvoaçantes...

Avistava-se ao longe

um volto caminhando

sobre o mar em nossa

direcção,flutuando...


Poema elaborado por: Maria Pestana nº15

Mónica Bernardo nº17

6ºE

quinta-feira, 31 de março de 2011

O que é o amor?

Amor é amar e ser amado,
viver num mumdo imaginado
Sem homem sem mulher
Vivendo de uma forma qualquer.

Difícil é estar sem ti
Porque hoje ainda não te vi
Estár sem ti ao meu lado
É como perder um namorado.

Viver, amar, correr e morrer
Na guerra é onde não me vou perder
À noite quero ver a luz a desaparecer
Quero ver o amor renascer.

Bernardo

Para quê Matemática?

Um, dois e três
Três problemas de uma vez
A contar e a calcular
A solução vamos encontrar.
...
Quatro, cinco e seis
Os números sabereis
A somar e a subtrair
A Matemática não vamos trair.
...
Sete, oito e nove
Se quiseres que ele te aprove.
Multiplicar e dividir
É por aí que vamos subir.
...
Dez, onze e doze.
Fora o catorze.
Fracções e sequências.
Aprendemos e não haverá consequências.
...
Treze, catorze e quinze
Para fazer a medição
Se não houvese geometria
Seria uma grande confusão!
...
Dezasseis, dezassete e dezoito.
Para a área e a altura.
Se não calcularmos com cuidado
O volume vai dar errado.
...
Dezanove, vinte e vinte um
O perímetro é o número um.
Para isso é só contar.
Medir, pensar e juntar.


Bernardo e Ângela

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Texto Poético

No Dia da Alimentação,
Ficamos todos contentes,
Se frequentemente,
Comermos nutrintes!

Vegetais e Frutos,
No grupo das vitaminas,
Come-os diariamente,
São essencias p'ra saúde,
E também para a mente.

Batatas-Fritas...,
Come com moderação
Porque podem ser
Prejudiciais ao coração!

Água, tens de beber diariamente,
1,5 L por dia
Dá saúde e alegria!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

UM PASSEIO NA VASSOURA

Levado por uma vassoura
Não sei por onde andei
Percorri grutas assustadoras,
Vi animais aterradores
E que sustos eu apanhei!

Com a vassoura cortei ventos,
Não sei por onde andei
Passei por dragões,
Vampiros aos montões
E que sustos eu apanhei!

Subi e desci
E muito me admirei
Com tanta bruxaria
Como me salvei?
Para falar verdade, não sei …
GONÇALO OLIVEIRA Nº7 6ºE

domingo, 21 de novembro de 2010

Um sonho esquisito

Levou – me um tapete em viagem
Não sei por onde é que andei.
Corri a Inglaterra, a Escócia,
Mas lá caí dentro de um caldeirão?
Para falar verdade, não sei!

Com o tapete cruzei – me com a bruxa,
Com bruxas fiz um feitiço?
Para falar verdade, não sei!

Dentro de uma abóbora entrei
E com a vassoura a limpei.
Lá dentro cozinhei?
Para falar verdade, não sei!

Ai! Caí, estaria a sonhar?
Estou deitado em cima do tapete!
Para falar verdade, bem sei!

sábado, 20 de novembro de 2010

Uma Viagem

Levou-me uma cadeira pelo ar,
não sei por onde é que andei
Atravessei planaltos e montanhas
Serras quentes com neve?
Para falar verdade, não sei.

Levou-me um tapete pelo ar,
Não sei com voei,
Estive em terras desconhecidas,
Na Antártica com cavalos?
Para falar verdade, não sei

Levou-me um dragão em viagem,
Não sei porque não gritei,
Estive quase a desmaiar
Vi galinhas a voar?
Para falar verdade, não sei!!!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O fantasma!


Um fantasma levou-me para longe.
Não sei por onde é que andei.
Fui ao céu e fui terra?
Será que ouro encontrei?
Para falar verdade, não sei!

Uma fantasma levou-me a voar.
Nao sei com quem voei.
Vi serras frias e ventos quentes.
Medo que tive, se o tive?
Para falar verdade, não sei.

Um fantasma levou-me guerra.
Não sei com quem lutei.
Feiticeiros me atacaram?
Vampiros e lubisomens também?
Para falar verdade, não sei.

Um fantasma levou-me ao mar.
Não sei com quem mergulhei.
Vi um polvo gigante.
Com um tubarão desmaiei?
Para falar verdade`, não sei.

Um fantasma levou-me para um mundo invisível.
Onde barulhos havia
Eu nada via e muito me assustei.
Que medo que tive!
Esta é a verdade, bem sei!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Abóbora Viajante

Levou-me uma abóbora em viagem
não sei por onde é que andei
voei por Paris,visitei Clermont-ferrand
alguém me diz como voei?
P'ra falar verdade, não sei!

Não sei se me cruzei com o mar
não sei com quem naveguei
com soldados ou com atletas
tremendo de frio e de medo?
P'ra falar verdade, não sei!

Não sei se caí ou se me aleijei
Se parti a cabeça, não sei.
Será que me fizeram mal?
O quê? Não me parece estar mal!
P'ra falar verdade, não sei!

Levou-me uma abóbora com ela
pelo mundo a passear
não me perdi nem me achei
Porquê uma abóbora , afinal?
P'ra falar verdade, não sei!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A viagem

Levou-me um tapete em viagem
Não sei por onde é que voei
Corri Portugal ou Espanha
No meio da crise eu andei?
Para falar verdade, não sei!

Levou-me um fantasma em viagem
Não sei por onde é que andei
Corri masmorras e castelos
Será que com um fantasma eu dancei?
Para falar verdade, não sei!

Levou-me uma vassoura em viagem
Não sei o que é que varri
Ruas sujas ou estábulos
Será que tudo limpei?
Para falar verdade, não sei!

Levou-me uma abóbora em viagem
Não sei por onde é que passei
Por campos de cultivo e muito mais?
Porque acordei?
Será que sonhei?
Não sei!

Por:Daniela
Nota: Não consegui encontrar o meu mail, por isso pedi à Inês para postar apartir do dela.

Farto de Ser Sapato

Sou sapato
Sou sapato
Estou farto de andar
Correr a saltar.
Passo a passo
Jogo à bola,
Fico sem sola.

E depois e caso é sério:
Sapateiro encontrar
E sapateiro me concentrar

Passo a passo, passa outro
Ando, ando, corro, corro
Sem parar
E não posso recusar:
Tenho de me aguentar

Sou sapato
Sapato sou,
E estou farto do que sou!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Texto de homenagem ao escritor António Torrado



Este foi o texto que inventámos e apresentámos na homenagem ao escritor António Torrado

Lá vem a Nau Catrineta
Que tem muito que contar
Ouvide agora senhores
Uma história de pasmar!

Alto! Alto!
Mas o que é isto?
Não é esta história
Que viemos apresentar!

Então, se não é a Nau Catrineta
Que viemos aqui contar
Diga lá, menino sabe-tudo
Qual é a história a apresentar?

Lá vem a Nau Catrineta
Que tem muito que contar
É a história de um escritor
Que veio hoje a Tomar!

O seu nome é António Torrado
E há muito que escreve histórias
De animais e outros que tais!
Histórias de grilos e tambores,
Meninas e mercadores!

E há um livro onde diz
Que tudo começou
Com uns sapatos de verniz
Que ele tanto adorou!

Uns sapatos de verniz
Que o levaram a voar
Em casa de um dupla-tia
Onde ele tinha ido parar!

A voar? A voar?

Sim!
É que os sapatos
Apertavam tanto
Que ele se pôs a imaginar…

E vejam bem no que isto deu
Foram histórias e mais histórias
Que passou a inventar
Umas tristes, outras cómicas
E outras de pasmar!

Mas voltando ainda aos sapatos
Aqui vamos apresentar
Alguns poemas que escrevemos
Para o escritor homenagear!

Lá vem a Nau Catrineta
Que tem muito que contar
É a história de um escritor
Que veio hoje a Tomar!

À nossa biblioteca
O seu nome veio dar

E no meio disto tudo
Só queremos acrescentar
Que o nome António Torrado
É um nome para lembrar.


E agora a Nau Catrineta,
Cansada de viajar
Vai aportar na biblioteca
Para ler e descansar!




Texto colectivo do 5º E
Ano lectivo 2009/2010
20/04/2010

Ping, ping, ping...


Ping, ping, ping
Faz a chuva nos telhados
Enche os rios, e com
o frio ficam gelados.

Ping, ping, ping
Faz a chuva nos passeios
Ai, ai, ai digo eu enquanto
Vou aos correios.

Ping, ping, ping
faz a chuva nas janelas,
molhas os campos deixando
as folhas mais belas.

Ping, ping, ping
faz a chuva,
está na altura
de comprar um chapéu de chuva


Autor: BERNARDO
5º E - Nº 4